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Revista MCA

O espaço da mulher e Seus Fazeres

Durante muito tempo, a mulher foi objeto da manipulação e dominação masculina, projetada em papéis sociais e estereótipos definidos pelo patriarcado, não podendo sequer conservar seu nome, possuir uma identidade ou mesmo uma história.

Na história da arte, por exemplo, descobrimos que antigamente as mulheres pintoras não podiam assinar seus quadros, mesmo que fossem tão geniais quanto outros artistas.

O espaço feminino foi praticamente estabelecido pelos homens de acordo com seus interesses, leis e valores. Ás mulheres foram reservadas, quase que exclusivamente, os papéis de mãe e esposa.

No Brasil, a condição da mulher até bem pouco tempo era de submissão, desvalorização, improdutividade e incapacidade, tanto que perante a lei era considerada totalmente incapaz, ao lado dos índios, dos loucos e das crianças.

Pode-se dizer que não existia um ser feminino que pudesse revelar-se; havia apenas experiências femininas, culturalmente determinadas, enquanto o ser masculino era cercado de possibilidades de realização pessoal, profissional e social.

Na maioria das vezes, recolhidas em casa, sob o domínio do pai, do marido ou de alguma figura masculina, as mulheres viveram praticamente á parte da história.

A conquista da identidade

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A identidade feminina foi conquistada num processo longo e doloroso, principalmente a partir da revolução industrial, quando a mulher foi absorvida pelo mercado de trabalho e se profissionalizou, á medida em que se estruturava como um ser real.

A partir de então, as mulheres inventaram novas configurações, tentando criar para si próprias um espaço que antes não existia.

Na mesma medida, modelaram sua identidade e estruturaram novas linguagens, novos gestos e, sem dúvida, um novo cotidiano, uma nova postura social.

A importância do trabalho está no seu aspecto transformador, capaz de modificar a natureza e o ser humano. Para a mulher, o trabalho contribuiu para que ela demarcasse seu espaço, buscasse uma identidade e descobrisse sua força, sem prescindir de seus papéis de esposa e de mãe.

A mulher sempre trabalhou dentro de casa ou nas oficinas e ateliers das famílias, como rendeira, fiandeira, costureira, artesã. Quando entrou na vida profissional, portanto, já trazia em sua bagagem, em seu imaginário, um saber e um fazer próprios, ligados ás tradições femininas, como os trabalhos de agulha e linha- bordados, crochê, costura, tecelagem e outros, que eram transmitidos de mãe para filha ou entre grupos de mulheres.

Esses afazeres atravessaram os tempos em diversas culturas, nas quais muitas mulheres foram transformadas ocupação em profissão, saber empírico em técnica, formalizado e renovado seus “simples ofícios” na direção do mercado de trabalho, numa dimensão arduamente conquistada.

Após a Segunda Guerra Mundial, a posição da mulher no mercado de trabalho se modificou . Ela deixou de exercer uma função subsidiária para atuar como trabalhadora especializada, chegando a se auto promover como empresária e profissional liberal.

No entanto, apesar do reconhecimento satisfatório, ainda sofre discriminação salarial. No Japão, por exemplo, a mulher pode ter o mesmo trabalho do homem, mas o salário é somente a metade do que é pago aos maridos e homens em geral.

A religião abriu novas possibilidades de participação para a mulher. Mesmo assim, até os dias de hoje, nos cultos das sinagogas, em determinadas orações, somente os homens podem ficar de pé, pois a mulher é considerada impura, devido á menstruação.

Em 1932, o presidente Getúlio Vargas aquiesceu em conceder o direito ao voto feminino, sendo o Brasil o quarto país, pós o Canadá, Estados Unidos e Equador, a tomar tal decisão. Essas, e outras conquistas, foram fundamentais para que as mulheres consolidassem seu papel na sociedade.

model-984246_640Conclusão

Para as mulheres, a busca da identidade é a busca de uma consciência de própria, da posse de sua imagem e da experiência feminina propriamente dita, que recusa submissão como forma de opressão. Assim, ao logo dos anos, a mulher inventou e reinventou o mundo, ultrapassando os limites impostos pela lei patriarcal.

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Sobre o autor | Website

Rayane Borges é uma jovem de 20 anos que casou-se aos 16 com o bloggueiro Romaryw Borges e é feliz. Cada dia mais ela aprende e ama o mundo fascinante da internet, em especial aos blogs. Por isso dedica boa parte do seu tempo criando conteúdos que possam agregar valores na vida das pessoas.

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